segunda-feira, 14 de março de 2011



O MAIS IMPORTANTE:

Certa vez, uma mulher pobre, com uma criança no colo, passando diante de uma caverna, escutou uma voz doce e meiga, que lá de dentro dizia: “entre e apanhe o que você desejar, pois sei que você precisa de riquezas para ser feliz. Lembra-se, porém, que depois que estiver do lado de fora, a porta se fechará para sempre. E tudo quanto estiver lá dentro ficará preso eternamente. Aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal! A mulher mais que depressa, entrou, na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente tudo o que podia em suas grandes bolsas. E a voz misteriosa fala novamente: “você só tem oito minutos!”. Terminando o tempo, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, se encontrava fora da caverna e a porta estava fechada para sempre. Pasma, em vez de alegrar-se, ela se desesperou. Lembrou-se que a criança ficou dentro da caverna e que aquela porta nunca mais seria aberta novamente.

Moral da história:

A mulher conseguiu as riquezas que tanto almejava, porém, perdeu o mais importante, o seu filho. Muitas pessoas são semelhantes a essa mulher, pois no afã de buscarem riquezas e bem materiais para serem felizes, esquecem-se do mais importante, Deus. Muitos até conseguem riquezas e uma boa condição de vida, mas perdem a comunhão com Deus e conseqüentemente a salvação. Isso ocorre porque não há como servir a dois senhores. (Mt 6.24). Além do mais, Jesus disse categoricamente: “Porque, onde está o teu tesouro, aí estará o teu coração”. (Mateus 6.21).

A Bíblia é clara quando diz: amem a Deus acima de todas as coisas (Mt 22.37). Essa é a nossa prioridade. As riquezas e bens materiais são coisas boas? Sim, claro, não podemos negar! Entretanto, a busca das riquezas não pode ser um fim em si mesmo. Ou melhor, não pode e não deve ser a prioridade, porque o nosso foco deve ser nas coisas do alto. (Col 3.1-3). Não deixe que nada tome o lugar que é de Deus.


Diácono. Sem. André Prestes.

domingo, 21 de novembro de 2010










O QUE OCORRERIA SE CRISTO JESUS FOSSE SIMPLESMENTE UM SER HUMANO?

O que ocorreria se Jesus fosse apenas um ser humano? Essa é uma pergunta pertinente para os nossos dias, por isso gostaria de levantar uma discussão em torno deste dilema e, principalmente refletir sobre a nossa fé e, sobretudo a se empenhar mais e mais em prol da sã doutrina cristã.

Se Jesus fosse apenas um simples ser humano sua crucificação não faria sentido algum para a fé cristã. Se Jesus fosse apenas um homem, após seu corpo ter sido colocado num túmulo, seu nome e os acontecimentos em torno se sua pessoa pouco a pouco seria apagada da memória do povo.

Seu corpo ficaria na sepultura até se decompor plenamente. E nada mais. Ele não ressuscitaria.

Os impactos de suas obras fugiriam da lembrança do povo. Seus ensinamentos e seus princípios paulatinamente cairiam no esquecimento. Porém, Ele continuaria a viver no memorial de seus parentes e amigos, entretanto seria para os outros como um vento que passou.

Se Jesus fosse apenas um simples homem, seus discípulos provavelmente retornariam ao trabalho. Pedro, Tiago e João, retornariam uma vez mais a tirar seu sustento da pesca. Mateus ficaria feliz se conseguisse voltar a ser cobrador de impostos, cada um seguiria seu caminho, seu destino. Se não esquecessem por completo se seu mestre, alimentariam apenas recordações saudosas do tempo em que viveram na doce e suave presença de Jesus.

Posteriormente, quando não mais existissem aqueles que presenciaram seus feitos, o que restaria do filho do carpinteiro que tinha sido julgado e condenado como criminoso e malfeitor sob o governo de Pôncio Pilatos? Esquecimento!

Segundo o jornalista, apologista e teólogo Jefferson Magno da Costa, “nada saberíamos sobre o seu nascimento. Talvez viéssemos a saber que o que Ele pregou causou admiração em todos, as obras que Ele realizou maravilharam o povo e haviam em volta de si alguns discípulos”. No entanto, fora acusado e condenado pelo governo romano à um dos martírios mais cruéis da humanidade, a saber, crucificação. Sua condenação embasava-se em motivos políticos, os quais sejam, falso messias, agitador do povo e revolucionário e, principalmente porque causava perigo a instabilidade do governo romano.

A grande verdade é que se Jesus fosse apenas um homem nada mais restaria sobre o nome, a obra e a pessoa de Jesus Cristo. Mas para nosso alivio e, sobretudo para a credibilidade do cristianismo Deus estava Nele, e Ele é Deus! Por isso sua morte não foi uma derrota, mas, sim, a razão da nossa esperança. Ele ressurgiu dentre os mortos. Antes de Ele ter sido conduzido para o martírio do Calvário, Ele haveria predito que, ao ser pregado no madeiro, atrairia todas as nações a si! (Jo 12.32-33; Jo 3.14; Jo 8.28). E nisto consiste a nossa fé, a fé num Deus que venceu de uma vez por todas a morte. Venceu para que eu e você tivéssemos vida e vida em abundância.

Segundo o teólogo Jefferson Magno da Costa, “nunca uma profecia se cumpriu tão gloriosamente como esta”. Por meio desta profecia os discípulos de Jesus, após o dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo de Deus desceu dos altos céus como “um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados” (At 2.2), saíram pelo mundo afora a proclamar as boas-novas da salvação.

O mesmo teólogo nos informa que “nunca antes nem depois deles homens em condições semelhantes às que eles se encontravam empreenderiam tão grande obra”. Simplesmente homens, como eu e você, sem armas ou exército, como eles poderiam realizá-la? Não sei te explicar, mas sei dizer que eles causaram um dos maiores impactos que a humanidade já presenciou. Apenas 12 homens, propagaram a mensagem ensinada pelo seu mestre. Essa mensagem rompeu horizontes mudando a história de vida de muitas e muitas pessoas, inclusive a minha e a tua. Tudo isso ocorreu porque Jesus não era simplesmente um homem. Ele é Deus, é o salvador da humanidade. Nele e só Nele podemos confiar!